domingo, 14 de novembro de 2010

Histórias do Gil - Toblerone até ao Natal


Hoje, andávamos às compras no LIDL, quando o meu filho apontou um chocolate Toblerone enorme, extra extra exageradamente extra-grande (ele adora este chocolate). Eu sorri desentendida, dei uma volta e voltei ao local.
Procurei um daqueles pequenininhos mas não encontrava, pelo que corria as prateleiras e não encontrava, até que ele me disse:
-Ó mãe leva este que nós os dois o comemos até ao Natal



OUTRA MAIS MAIS ANTIGA...
Era o Gil pequenininho...
Era uma criança muito difícil de alimentar. Era um verdadeiro castigo conseguir que ele metesse alguma coisa à boca: nem comida de qualquer género, nem mesmo um chupa ou qualquer doce.
Tínhamos por hábito quando fazíamos as grandes compras (para longo prazo) cada um comprava uma gulodice, pelo que eu andava furiosa por o meu Toblerone desaparecer da geleira e que ninguém tivesse sido, o que me deixava mais furiosa. Até que numa destas discussões de inquisição "em que ninguém tinha sido", eu respondi:
-Quem não foi sei eu, o Gil!
Ao que o Gil abriu muito os olhos e depois disfarçou.
E foi dessa vez que descobrimos quem tinha sido.

Histórias do Gil - Cheira a vaca


Uma das vezes que íamos para Tomar, na auto-estrada perto da portagem de Torres Novas, meu filho abre a janela e entra ar frio pelo que acto contínuo meu marido diz:

_Fecha-me essa janela que cheira a vacas!

Ao que o meu filho responde:

Não são as vacas, sou eu. Dei um peido.