Não há de certeza melhor lugar com que sonhar e numa altura em que quase todos os meus sonhos se reduzem a pesadelos, não poderia deixar ser um presente agradável sonhar com aquela ilha que não vejo há tantos anos.
Mas vivendo o presente, que o passado lá vai, também melhor não há, que passar momentos em família e fazer uma volta até Peniche, comer uma caldeirada de peixe como é da prax 
e pelo caminho fazer uma visita à primeira escola em que fui colocada no distrito de Lisboa (grávida do meu filho mais velho, há 23 anos), que os tempos eram dificeis mas não tão maus como hoje.