Aprendi a sobreviver com a tua ausência
E há ocasiões em que sinto a tua falta,
Tanta quanto no momento
Em que partiste.Mas essa dor vai-se dissipando
Ou por conformismo
Ou porque se aprende a viver assim.
Mas esquecer-te não!
Continuas vivo nos meus gestos e
Fazes-me muita falta
Já não é o mesmo, sem Ti
Nem Constância, junto ao rio,
Nem o Castelo do Bode, Nem o Agroal
Nem todos os lugares onde estivemos juntos
Ainda não reaprendi a viver
esses lugares que partilhámos
1-03-2012
Filomena Ferreira


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